8º Encontro Regional das Mulheres EAA

A partir deste sábado, 26/08, começam os Encontros Regionais das Mulheres das categorias dos Agentes Autônomos do Comércio nos SEAAC´S filiados à FEAAC.

O primeiro encontro acontecerá em Araçatuba com o Tema: “Como inspirar o despertar das mulheres para o seu desenvolvimento” com a palestrante Professora Leila de Francisco Fernandes.

Leila é graduada em administração com ênfase em Comércio Exterior, com MBA em Gestão estratégica de Pessoas e Pós-Graduação em Controladoria e Finanças e Extensão em Marketing de Relacionamento. Palestrante focada no empoderamento feminino profissional.

Em 30/09 o encontro acontecerá no SEAAC de Santo André, com o tema “A mulher e o mercado de trabalho”, com palestra também da Professora Leila de Francisco Fernandes.

No dia 07/10 será o SEAAC de Sorocaba que recebe o Encontro. “A igualdade de gêneros em discussão no século XXI”, será o tema discutido pelo psicólogo José Adão Neres de Jesus.

O SEAAC de São José dos Campos terá seu encontro no dia 20/10, com o tema “Como inspirar o despertar das mulheres para o seu desenvolvimento”, com a psicóloga Maria Isabel Manzano.

Em 28/10 o Encontro ocorrerá no SEAAC de Marília, tendo como tema: “Saúde mental relacionada ao trabalho” com a psicóloga Ana Carolina Lemos Pereira.

No mês de novembro os Encontro começam pelo SEAAC de Araraquara, em 04/11, com o tema: “História da inserção da mulher no mercado de trabalho: lutas, resistências, avanços e desafios nas últimas décadas” com a também psicóloga, Heloisa Aparecida de Souza.

Heloisa também ministrará o Encontro em Santos no dia 11/11, com o tema “Violência contra as mulheres nas relações de trabalho e outros espaços”. 

Em 18/11 o encontro ocorrerá no SEAAC de Taubaté com o tema: “O que vem a ser o dano existencial” com a palestrante e psicóloga Maria Isabel Manzano.

Finalizando os Encontros Regionais, no dia 25/11, o SEAAC de Campinas terá como palestrantes as psicólogas Ana Carolina Lemos Pereira e Heloisa Aparecida de Souza, com o tema: “Saúde mental relacionada ao trabalho”

O grande objetivo desses encontros é demonstrar o crescimento da participação feminina no mercado de trabalho brasileiro, do qual foi uma das mais marcantes transformações, que ocorreram no país desde os anos 70. No entanto, ainda há muito para avançarmos na luta pela “Promoção da Igualdade e Oportunidades’’ e da eliminação de todas as formas de discriminação como preconiza a declaração e Princípios Fundamentais do Trabalho e a Agenda do Trabalho Decente da OIT.

Aos poucos as mulheres se conscientizaram de que deveriam buscar o seu lugar na sociedade. Com a Constituição Federal de 1988 ficou ainda mais evidente esta mudança, porém ainda encontramos muitas diferenças.

A mulher ao ingressar no mercado de trabalho enfrenta grandes obstáculos como diferença salarial entre homens e mulheres para os mesmos cargos, além de poucas ocuparem cargos de chefias ou diretoria.

Vale ressaltar que a Constituição Federal de 1988 proíbe expressamente a diferença de salários, de exercício de funções e critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil.

Porém, ainda assim, em pleno século XXI, as mulheres continuam sendo inferiorizadas no mercado de trabalho, trabalhando mais e recebendo menos.

Este tipo de situação é que precisamos combater com todas as forças. A nossa luta pela igualdade de direitos, dos salários e pelo incentivo à ascensão aos postos de comando se mantém incansável.

A escolha dos temas deste 8º Encontro Regional das Mulheres EAA ocorreu pelo fato de já ocorrer uma mudança em nosso país. Mas ainda está presente uma enorme desigualdade social, que gera na vida das trabalhadoras desgastes físicos e mentais de grandes proporções com perdas irreparáveis na saúde.

De acordo com os temas propostos, devem ser apresentados, meios que auxiliem uma mudança para que estes obstáculos sejam superados e as mulheres consigam finalmente conquistar o direito que elas têm.

A Secretaria da Mulher deseja por meio destes encontros, contribuir para que mudanças sejam feitas, ajudando a combater a discriminação e reduzir os impactos negativos na vida profissional, familiar e social dessas trabalhadoras, mostrando que a mulher não é inferior ao homem, devendo então, receber as mesmas oportunidades e direitos.

Certamente este trabalho não será definitivo, devemos continuar apresentando todas as mudanças que devem ser abordadas, e ressaltar as conquistas dentro do Direito do Trabalho.

Abraços,

Elizabete Prataviera

Secretaria da Mulher FEAAC

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